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Como estava Pixinguinha na noite do dia 31 de abril de 1964? E Jacob do Bandolim, o que estava fazendo? Waldir Azevedo, Abel Ferreira, Altamiro Carrilho, Donga João da Baiana, Luperce Miranda, Tia Amélia, e tantos outros chorões?
Esta pergunta jamais poderemos responder de forma precisa. O que sabemos é que o ano de 1964, ano do golpe militar e do início do período mais tenebroso da ditadura no Brasil, foi marcado por diversas iniciativas positivas no ambiente do Choro, como, por exemplo, a criação do regional Época de Ouro, por Jacob do Bandolim, um dos mais antigos em atividade até os dias de hoje.
O ano de 1964 não começou muito bem para o carioca Waldir Azevedo, que perdeu sua filha Mirian, em Janeiro deste ano. O fato foi tão marcante na vida do cavaquinista e compositor que levou o choro para todo o mundo com sua composição Delicado, que ele só se recuperaria uma década depois, já morando em Brasília, onde fez muitos amigos.
Para Pixinguinha o ano de 1964 foi um grande desafio. O músico teve seu primeiro enfarte e foi parar no hospital, tendo permanecido internado por quase 50 dias. Quem acha que um infarte tira Pixinguinha de cena engana-se, pois mesmo hospitalizado ele compôs, e muito. Foram cerca de 20 músicas criadas neste período; algumas dedicadas aos enfermeiros e funcionários do hospital e ao cardiologista que cuidou de seu coração e fez com que ele ficasse vivo até 1973. Até este ano, Pixinguinha viveu bastante, deu dois depoimentos para a posteridade ao Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro; um em 1966 e o outro em 1968, no auge da ditadura militar. Este último ele nem queria ter ido; foi forçosamente para não decepcionar os amigos e entrevistadores que estavam no Museu pressionando sua presença.
A década de 1970 traria um novo vigor para o choro que teve um momento de renascimento e ganhou espaço na mídia atingindo assim o grande público.
Saiba como o choro atravessou os anos de chumbo no Brasil lendo o livro O choro nos anos de chumbo, pesquisa inédita da jornalista e editora da Revista do Choro, Leonor Bianchi, sobre o gênero durante este período de trevas em nosso país.
O livro foi publicado em 2022 com o cognome de Giovani Salvador. O choro nos anos de chumbo virou material didático em duas escolas estaduais do Rio de Janeiro, em 2023, por um professor de História.
Assinando agora a Revista do Choro você ganha um exemplar do livro.
Para assinar a Revista do Choro clique aqui.
Editora: Flor Amorosa
Formato: Impresso
Ano de publicação: 2022
Este produto não existe em estoque, ele é impresso no ato da compra. Por isso, o seu prazo de entrega é de até 30 dias úteis, a partir da data da compra, podendo ser entregue antes.
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O ano de 1964 não começou muito bem para o carioca Waldir Azevedo, que perdeu sua filha Mirian, em Janeiro deste ano. O fato foi tão marcante na vida do cavaquinista e compositor que levou o choro para todo o mundo com sua composição Delicado, que ele só se recuperaria uma década depois, já morando em Brasília, onde fez muitos amigos.
Para Pixinguinha o ano de 1964 foi um grande desafio. O músico teve seu primeiro enfarte e foi parar no hospital, tendo permanecido internado por quase 50 dias. Quem acha que um infarte tira Pixinguinha de cena engana-se, pois mesmo hospitalizado ele compôs, e muito. Foram cerca de 20 músicas criadas neste período; algumas dedicadas aos enfermeiros e funcionários do hospital e ao cardiologista que cuidou de seu coração e fez com que ele ficasse vivo até 1973. Até este ano, Pixinguinha viveu bastante, deu dois depoimentos para a posteridade ao Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro; um em 1966 e o outro em 1968, no auge da ditadura militar. Este último ele nem queria ter ido; foi forçosamente para não decepcionar os amigos e entrevistadores que estavam no Museu pressionando sua presença.
A década de 1970 traria um novo vigor para o choro que teve um momento de renascimento e ganhou espaço na mídia atingindo assim o grande público.
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